domingo, 4 de agosto de 2013
Ultimamente, esteve ocorrendo diversos casamentos e por isso me interessei bastante em pesquisar mais sobre o assunto. Confesso que desde pequena sou a versa a isso, mas com um relacionamento serio, com um convívio extremamente intimo e familiar difícil não pensar, certo?
Então, podemos definir o casamento como uma união entre duas pessoas ( que hoje pode ocorrer com pessoas do mesmo sexo) com o reconhecimento governamental, mais conhecido como civil, religioso e social. Bom, acreditamos que casamento seja sempre realizado em busca de eternizar o amor vivido entre um casal. Mas infelizmente nem sempre é assim. Na nossa cultura não é comum o casamento arranjado, mas existe e muito. Principalmente na Asia e na Africa do Sul, que também pode ser denominado casamento infantil, podendo até ser realizado de forma forçada (coisa meio estranha ao meu ver né, mas). E, partindo pra definição, o casamento arranjado é quando os familiares escolhem com quem tal pessoa irá se casar sem seu conhecimento, as vezes até mesmo antes de tal pessoa nascer.
União civil: celebrado sob os princípios da legislação vigente em determinado Estado. Necessariamente realizada com pessoas acima de 18 anos, ou acima de 16 com consentimento e autorização dos pais. Os documentos necessários: a certidão de nascimento e identidade originais, comprovante de residencia original e duas testemunhas(para comprovar a ausência de qualquer impedimento na realização da união.Na hora de se casar vai ser preciso decidir se querem que os bens do casal sejam todos divididos entre os dois, que sejam separados e por aí vai.
Comunhão parcial de bens: é a mais usada atualmente. Nela o que o cada um tinha quando solteiro continua sendo de cada um, o que for adquirido depois do casamento é de ambos. Se um dos dois receber uma herança ou doação, o bem não será dividido, a menos que tenha sido feita em nome do casal.
• Comunhão universal de bens: aqui não importa quando o bem foi adquirido, quanto custou ou quem comprou, tudo pertence ao casal, em iguais proporções. Se um dos dois morre, o parceiro fica com a sua metade e a metade restante é dividida entre os herdeiros.
• Separação total de bens:O nome já diz tudo. E com o novo Código Civil, caso ocorra a morte de um dos cônjuges, o sobrevivente receberá parte igual a dos filhos, não podendo sua cota ser inferior à quarta parte da herança.
• Comunhão universal de bens: aqui não importa quando o bem foi adquirido, quanto custou ou quem comprou, tudo pertence ao casal, em iguais proporções. Se um dos dois morre, o parceiro fica com a sua metade e a metade restante é dividida entre os herdeiros.
• Separação total de bens:O nome já diz tudo. E com o novo Código Civil, caso ocorra a morte de um dos cônjuges, o sobrevivente receberá parte igual a dos filhos, não podendo sua cota ser inferior à quarta parte da herança.
E o que mais me encanta, sem duvidas, é o religioso. Encontrei em um blog católico uma definição perfeita para o casamento realizado mediante a igreja. Por isso vou dar uma resumida no que li e aprendi e logo abaixo vou deixar o link para os interessados. Bom desde pequenos aprendemos sobre Deus e suas realizações e uma delas é o homem e a mulher, e os animais. Deus quando criou os animais, criou sempre casais, para que se completassem e reproduzissem. E quando criou o Homem, sentiu-se insatisfeito, por não encontrar um ser que realmente o completasse. E por isso fez a mulher, com base na retirada de uma parte do corpo do homem, no sentido figurado. Que remete que a mulher foi feita com a mesma matéria do homem, resumindo ''à imagem e semelhança de Deus''.
''Santo Agostinho nos lembra que Deus, para fazer a mulher, não tirou um pedaço da cabeça do homem e nem um pedaço do seu calcanhar, por que a mulher não deveria ser chefe nem escrava do homem, mas companheira e auxiliar. Esse é o sentido da palavra que diz que Deus tirou “uma costela do homem” para fazer a mulher. Ao ver Eva, Adão exclamou feliz: “Eis agora aqui, o osso de meus ossos e a carne de minha carne” (Gn 2,23a). Foi, sem dúvida, a primeira declaração de amor do universo. Adão se sentiu feliz e completo em sua carência. Então, Deus disse: “Por isso o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gn 2,24).
To encantadíssima com o texto desse professor, super recomendo que leiam. Mas vamos la, o casamento é realizado perante a Deus de acordo com o crescei-vos e multiplicai-vos. Crescer, juntos, se fortalecerem, e passarem pelas dificuldades da vida sempre unidos. E bem depois, multiplicar, ou seja, reproduzir e gerar filhos que possam crescer em meio a uma família unida e centrada. Certinho?
Espero que assim como eu tenham se interessado pelo assunto e logo mais terei novos posts com o mesmo assunto e novidades.Beijos.
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